De 27 a 30 deste mês acontece o segundo turno da eleição para o Conselho Fiscal da Funcef. O Sindicato dos Bancários apoia nesta fase da eleição os candidatos Fernanda Anjos (titular) e Érico Jesus (suplente).

“Como nosso candidato não obteve votos para disputar o segundo turno, nós, da Intersindical e do Sindicato, declaramos nosso apoio às candidaturas de Fernanda e Érico pois eles apresentam as propostas que mais se aproximam com aqueles que defendemos no primeiro turno. Sendo assim, pedimos voto para o número 23 por entendermos que Fernanda e Érico são os melhores candidatos para os cargos de titular e suplente.

Fernanda tem 14 anos de Caixa e é a atual presidente da Agecef/SP, VP do Conselho Deliberativo da Fenag e diretora Cultural na Apcef/SP. Érico tem 19 anos de banco, atuando há 12 como gestor. É diretor na Agecef/BA, diretor executivo do Sindicato dos Bancários da Bahia e secretário geral da Apcef/BA.

Os candidatos assumem o compromisso de lutar para:

01- que a Caixa faça o pagamento do contencioso judicial que deve à Funcef;

02 – restabelecer o fim do voto de minerva da Caixa para mudança de estatuto, mudança nos planos de benefício e retirada de patrocínio;

03 – reduzir a taxa de juros do Credplan;

04 – restabelecer a paridade contributiva entre participantes e Caixa no não saldado;

05 – que a Caixa assuma o custo da revisão da meta atuarial 2018;

06 – o fim do equacionamento do Reg/Replan saldado de forma sustentável e sem perda de direitos dos participantes;

07 – incorporar o REB ao Novo Plano, com reparação dos prejuízos aos participantes do REB pela demora interminável na conclusão do processo;

08 – revogar o estatuto vigente, que viola o estatuto de 2007;

09 – a manutenção do Fundo de Revisão de Benefícios (FRB) e do Fundo de Acumulação de Benefícios (FAB);

10 – acompanhar a política de investimentos e para que haja diversificação a partir da realidade de cada plano;

11 – acompanhar o planejamento estratégico e propor melhorias na governança da Fundação;

12 – fortalecer os comitês de assessoramento técnico;

13 – analisar e debater melhorias e proteção para o Reg/Replan não saldado;

14 – uma comunicação permanente e direta com os participantes e assistidos;

15 – um diálogo permanente com as entidades representativas e órgãos reguladores;

16 – atuar em parceria com outros representantes eleitos para fortalecer o sistema de previdência complementar e em defesa dos interesses dos participantes.