A 26ª Conferência Nacional dos Bancários será aberta nesta sexta-feira, 7, com uma solenidade às 16h30, seguida por uma mesa de análise de conjuntura e lançamento do livro 10 anos da Operação Lava Jato- Impactos nos empregos e na soberania nacional. O expositor é o jornalista e fundador do Jornal GGN, Luís Nassif.

O evento continua no sábado, 8, a partir das 8 horas para credenciamento e as mesas de conjuntura, com o professor Pedro Estevam, da área de Direito Constitucional; sobre a Lei da Igualdade Salarial, com a ministra das Mulheres, Aparecida Gonçalves; sobre inteligência artificial e seus impactos na vida e nos empregos, com o professor Sérgio Amadeu.

No período da tarde, as mesas são sobre regulamentação do sistema financeiro nacional, com o técnico do Dieese Gustavo Cavarzan, e o doutor em Política Internacional Moisés Marques; e desempenho dos bancos e impactos na campanha dos bancários, com as economistas do Dieese Vivian Machado e Rosangela Viera.

No domingo, às 9 horas, haverá apresentação dos resultados da Consulta Nacional feita junto aos bancários sobre as prioridades para a campanha deste ano. Também será apresentada a arte da campanha 2024. Em seguida acontece a apresentação e votação das propostas aprovadas nas conferências estaduais e regionais, bem como das resoluções e moções.

Delegação do ES

A delegação do Espírito Santo, composta por onze pessoas, está levando, conforme aprovado na Conferência Interestadual, a proposta de priorização de temas da área de saúde e a valorização do trabalho bancário. Para isso as reivindicações são mais contratações, a reposição da inflação do período e um aumento real de 10% e aumento dos percentuais de participação nos lucros e resultados (PLR) de acordo com produtividade e lucratividade do sistema financeiro, com pagamento linear da PLR.

A pauta da saúde inclui o fim das metas, a jornada de quatro dias semanais como forma de dar qualidade de vida aos trabalhadores, melhores condições de trabalho nos locais de trabalho e em home office, dentre outros pontos.

Outras reivindicações e eixos de lutas são: promoção de igualdade de oportunidades; defesa da jornada de 6 horas; defesa do emprego bancário; mais segurança nos bancos; a defesa dos bancos públicos; construção do ramo financeiro; isonomia salarial entre homens e mulheres; respeito à identidade visual/cultural; isonomia de tratamento para homoafetivos; ausência do trabalho em período menstrual; combate ao assédio moral e sexual no trabalho; proteção à empregada gestante e lactante em caso de trabalho insalubre ou perigoso e garantia de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica com possibilidade de trabalho à distância mediante solicitação expressa pela bancária.