Os bancários do Banco do Brasil terão a oportunidade de dizer que NÃO É NÃO na votação que altera a forma de custeio e o Estatuto da Cassi. A votação começa nesta sexta-feira, 17 e vai até o dia 27 de maio. Sem avançar em relação à proposta anterior, o texto reapresentado mantém o ataque aos valores que norteiam a Cassi desde sua fundação, em 1944, como o princípio de solidariedade e a isonomia de tratamento entre os funcionários da ativa e aposentados. Na prática, continua impondo maior contribuição aos associados enquanto a sua reduz gradativamente e inclui a contribuição adicional por dependentes. É evidente o descaso com os bancários na base da carreira e de menores salários.
A proposta também mantém o enfraquecimento do corpo social na Diretoria ao exigir o voto de minerva para a representação patronal, ponto rechaçado pelos trabalhadores.
Entendemos que os representantes eleitos deveriam acompanhar a decisão votada na última consulta e reapresentar a proposta construída no GT das entidades com os assessores da Cassi. Manter a unidade e o consenso constituído na negociação anterior é estratégico para garantir a sobrevivência do plano.
Votar NÃO ao descomprometimento do BB com a Cassi e com os funcionários, bem como à ameaça ocorrida com o vazamento do despacho do voto do relator da ANS, é essencial nesse momento.
Conheça e valorize a Cassi
Criada pelos e para os funcionários do BB, a Cassi custeia a atenção à saúde de todos os associados e seus dependentes por faixa de renda e NÃO por faixa etária. Em seus 75 anos de existência, a Cassi e o Plano de Associados conseguiram definir percentuais de comprometimento de renda iguais para todos e fazer projeções de custos superiores ao aumento da renda dos trabalhadores para diversos anos.
Com uma das maiores populações de idosos dentre os planos de saúde com mais de 58 anos (125 mil), a Cassi é um sistema orientado para o cuidado a longo prazo e oferece cobertura além das obrigatoriedades impostas pela ANS. Também oferece serviços próprios como a CliniCassi. Apesar disso, cobra os menores custos per capita em todas as faixas etárias devido à estratégia de priorização da atenção primária e da saúde da família.
#nãoénão
Para garantir uma Caixa de Assistência solidária e paritária é imprescindível o voto no NÃO! O pleito começa no dia 17 e vai até 27 de maio. Contamos com a sua participação!









