
Diretores do Sindibancários/ES conversam com a população de Jaguaré para alertar sobre os desmontes no Banestes
A única agência do Banestes de Jaguaré, no norte do Espírito Santo, ficou paralisada durante toda a manhã da última sexta-feira, dia 24. A movimentação sindical foi uma reação à demissão, sem justa causa, do gerente da agência do município, o funcionário José Wilker Dias Martiniano de Paula. Ele foi demitido sem nenhum motivo apresentado pela diretoria do banco e essa foi mais uma demonstração das medidas autoritárias que a gestão do Banestes vem adotando.
De junho a outubro, foram quase 10 demissões sem que os trabalhadores respondessem a processo administrativo. Bancários e bancárias com oito, nove e até 30 anos de banco entraram na lista de demissão sem justa causa.
Jonas Freire, do Sindibancários/ES, denunciou atitudes autoritária, como, por exemplo, a revogação da resolução 831
“A gente entende que essa é uma forma de perseguir os trabalhadores e uma prática autoritária desse governo Paulo Hartung. O governo não tem responsabilidade com os trabalhadores tanto do Banestes quanto de outros setores do serviço público”, criticou o coordenador geral do Sindibancários/ES, Jonas Freire.
Ele destacou ainda a importância do Banestes para a população e os pequenos produtores capixabas, um banco que está presente em todo o Espírito Santo. “25 municípios do Estado só tem Banestes, um banco fundamental para a condição econômica dos comerciantes, dos trabalhadores locais e para o pagamento de servidores públicos. Hoje, a ameaça do governo é de privatização. Se isso ocorrer, a piora será sentida nas periferias das grandes cidades e, inclusive, nesses municípios onde outros banco não vão, somente o Banestes”, frisa Jonas Freire.
Confira a campanha Banestes Público e Estadual nas redes aqui:
Confira o panfleto distribuído na ação sindical em Jaguaré:

Panfleto distribuído em Jaguaré.










