Em reunião realizada na quinta-feira, 31, com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), a Caixa reconheceu a validade do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico do Saúde Caixa até dezembro deste ano. Apesar de não ter feito nenhuma proposta, o banco se manifestou favorável à manutenção dos princípios do pacto intergeracional, mutualismo e solidariedade entre os usuários para balizar a definição do modelo de custeio do plano, que prevê 70% dos custos para a Caixa e 30% para os empregados.
As negociações com o banco continuam. Na reunião, os representantes dos empregados reivindicaram que a Caixa disponibilize as informações necessárias sobre o custeio do plano para que seja feita uma análise contábil. Integrante da CEE e diretora do Sindibancários/ES, Lizandre Borges defende a reforma estatutária para que seja retirado o teto de 6,5% que limita o repasse da Caixa.
“Precisamos por fim a esse teto que compromete a sustentabilidade do Saúde Caixa. Nós, empregados e empregadas, temos que iniciar uma mobilização para garantir a manutenção dos três princípios basilares do Saúde Caixa e a possibilidade de continuarmos vinculados ao plano, com atendimento de qualidade aos usuários e credenciados”, ressalta Lizandre.
A data da próxima rodada de negociação ainda não foi definida.

