Sindicato se reúne com Superintendência Estadual do BB

31/07/2019 17:05

Reestruturação, ranqueamento e correspondentes bancários que circulam no interior das agências foram os principais pontos discutidos com a superintendente estadual

Diretores e diretoras do Sindibancários/ES se reuniram nesta terça-feira,31, com a superintendente estadual do Banco do Brasil, Ana Paula Matos. Durante a reunião, foram discutidos os impactos da reestruturação no Estado, a presença de correspondentes bancários nas agências e violações ao Acordo Coletivo da categoria.

Reestruturação

Na última semana, o BB anunciou uma nova reestruturação, que afetará mais de 300 agências em todo Brasil, além das Áreas de Apoio e Superintendências. A superintendente Ana Paula apresentou alguns pontos sobre esse processo e afirmou que não há previsão de grandes mudanças nas unidades do Espírito Santo. A expectativa é que o bancário atingido pela reestruturação seja realocado na mesma função ou similar.

“A reestruturação deixa todos os empregados apreensivos. Por isso essa reunião foi importante para saber quais são as mudanças previstas para o Espírito Santo. A superintendente também assumiu compromisso de manter um canal direto de comunicação com o Sindicato, para receber demandas e esclarecer dúvidas. O Sindicato irá acompanhar o processo de realocação dos bancários e está disponível para buscar soluções sobre eventuais problemas”, destaca o diretor do Sindibancários/ES, Dérik Bezerra.

Correspondentes bancários

Na reunião, o Sindicato também denunciou a presença de correspondentes bancários dentro das agências, o que é proibido. Foram citadas as agências em que esse problema vem ocorrendo e a superintendente assumiu o compromisso de solucionar a questão.

Violações da Convenção

Outro ponto discutido com a superintendente foi a violação da Convenção Coletiva da categoria com a publicação de ranqueamento e o envio de mensagens para o celular privado dos empregados. De acordo com a cláusula 39° da Convenção e a 22°do Acordo Coletivo do BB, essas práticas são proibidas.

O Sindicato também cobrou que o banco garanta aos empregados o direito a fazer cursos e capacitações exigidas dentro do horário de trabalho.

“O Sindicato está atento às demandas dos bancários e sempre que for necessário levaremos as questões para a Superintendência, para buscar soluções e garantir os direitos dos empregados”, reafirma Bezerra.