Com o agravamento da crise sanitária, o Sindibancários/ES reforçou o apelo público pelo fechamento das agências bancárias e pelo lockdown, lançando uma nova campanha publicitária. A campanha estreou no final de semana com inserções na TV e no rádio, pedindo o fechamento dos bancos e medidas mais restritivas em todos os setores. 

“Não temos outra opção senão reforçar a pressão pública para que as autoridades adotem medidas mais rigorosas em defesa da vida. Estamos no momento mais grave da pandemia, com os sistemas de saúde colapsando. Não há leitos suficientes e já se projeta a falta de kits de intubação, medicação e até de equipes médicas. Não há prejuízo econômico que supere a tragédia humana que estamos vivendo, batendo recorde atrás de recorde na média móvel de mortes”, critica o coordenador geral do Sindicato dos Bancários/ES, Jonas Freire.

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Fechamento de agências

A Campanha também dialoga com a necessidade de paralisar as agências bancárias neste período, ambiente considerado de alto risco por ser fechado e com grande circulação de pessoas. 

“O Governo do Estado lançou um novo decreto estabelecendo a quarentena por 14 dias, mas manteve as agências bancárias como parte dos serviços essenciais, sem nenhuma restrição de funcionamento. Para nós isso é um absurdo. Qual a razão de manter as agências funcionando? Vender seguros e outros produtos bancários para bater meta? O único serviço realmente essencial é o pagamento dos benefícios sociais, tal como o auxílio emergencial. Os outros podem ser feitos por canais alternativos. Pela segurança dos bancários e de toda a população, as agências bancárias precisam ser fechadas”, destaca o dirigente.  

A Campanha terá também peças publicadas em mídias digitais. “A intenção é ocupar todos os espaços para dialogar com as pessoas sobre a gravidade do momento que estamos vivendo e fortalecer a bandeira do isolamento”, explica Jonas.

Veja avaliação completa do Sindicato sobre a crise sanitária e as medidas lançadas pelo Governo do Estado:

Sindicato critica medidas restritivas de Casagrande e pede lockdown para evitar mais mortes