A décima quinta reunião do Grupo de Trabalho (GT) Saúde Caixa, realizada na tarde desta quinta-feira (1), voltou a debater o modelo de custeio do Saúde Caixa a partir de 2022. Entretanto, as negociações continuam sem avanços por conta da intransigência da direção da Caixa, que insiste em aplicar as limitações previstas na Resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR 23).
A representação dos empregados da Caixa reforçou, mais uma vez, que é contra a aplicação da resolução, que transfere custos da empresa para os empregados. Lembrou também que não há previsão no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) vigente de aplicar esta resolução.
“A direção da Caixa não quer negociar e quer impor a resolução 23 da CGPAR, o que tornará o plano financeiramente inviável para os empregados. Mas vamos continuar incansáveis na defesa dos pilares do Saúde Caixa, que são o mutualismo, a solidariedade e o pacto intergeracional. São princípios que garantem a sustentabilidade do Saúde Caixa e são inegociáveis”, enfatiza a diretora do Sindibancários/ES, Lizandre Borges.
Durante o encontro, a Caixa informou que ainda não conseguiu levantar as informações pedidas pela empresa de consultoria atuarial contratada pelo movimento sindical. A próxima reunião do GT Saúde Caixa será realizada na terça-feira (6).
Com informações da Contraf

