As entidades representativas dos empregados do Santander, junto com a Comissão de Organização dos Empregados (COE), enviaram ofício ao Santander reivindicando a volta do sistema home office devido ao aumento de casos de covid-19 e de influenza H3N2. Também foi solicitado o retorno do rodízio de equipes nos departamentos do banco.
No documento entregue nessa segunda-feira, 10, às Relações Sindicais do banco, as entidades pedem, ainda, melhorias no fluxo de atendimento da telemedicina nos convênios, retomada do atendimento de telemedicina do Albert Einstein – suspenso em setembro do ano passado, e ampliação das medidas de higienização nas agências e prédios administrativos, inclusive limpeza periódica dos sistemas de ventilação e ar condicionado.
“Estamos num período de aumento no número de casos de covid-19 e influenza, precisamos preservar a saúde de bancários e bancárias. Por isso a adoção dessas medidas é de suma importância”, afirmou a diretora do Sindicato Cláudia Garcia.
O Santander foi um dos primeiros bancos a retomar o trabalho presencial no segundo semestre do ano passado. E diante do recrudescimento da pandemia, as medidas de prevenção orientadas pelo banco são insuficientes para gerar segurança no ambiente de trabalho. O volume de pessoas no presencial é o principal fator de insegurança, dizem as entidades. Além disso, há o risco de contágio porque a maioria dos empregados faz uso do transporte público e coletivo.








