Neste sábado, 24 de julho, manifestantes de todo o país voltam às ruas para pedir a saída de Bolsonaro e Mourão, auxílio emergencial de R$ 600 e para mais brasileiros e intensificação da vacinação. Esta é a quarta edição das manifestações contra o Governo Bolsonaro. A primeira da retomada da onda de protestos aconteceu em 29 de maio; depois 19 de junho; 3 de julho. Os atos são organizados por movimentos populares, centrais e entidades sindicais e partidos políticos. Vitória se junta a outras 495 cidades do país que programaram atos pelo Fora Bolosnaro-Mourão neste sábado.
Acompanhe a seguir a cobertura em tempo real por aqui e nas redes sociais do Sindicato dos Bancários/ES. Ainda dá tempo de correr para a Praça de Jucutuquara e participar da manifestação pelo “Fora Bolsonaro- Mourão”. “Será nas ruas que derrubaremos Bolsonaro-Mourão. Vamos juntos!”, conclama Carlos Pereira de Araújo (Carlão) do Comando Nacional dos Bancários.
17h32
Cobertura encerrada.
17h25
Por volta das 17h00, os manifestantes chegaram à Praça do Papa, na Enseada do Suá. A diretoria do Sindicato se reuniu para a foto de encerramento. Para evitar aglomeração no local, manifestantes iniciam a dispersão.

Rita Lima afirmou que o ato “Fora Bolsonaro-Mouão” foi, mais uma vez, vitorioso. A dirigente elogiou a unidade e participação das centrais e entidades sindicais, movimentos sociais, estudantis, negros e de todos os movimentos organizados do Espírito Santo que foram às ruas novamente para dizer basta ao Governo Bolsonaro-Mourão. Rita Lima também destacou que a cada ato o apoio da população vem crescendo. “Isso mostra que estamos no caminho certo. Bancários e Bancárias, vamos nos manter mobilizados”, disse a dirigente que deixou um recado final: “Só vamos sair das ruas quando derrotarmos Bolsonaro, Paulo Guedes e Pedro Guimarães [presidente da Caixa]”. Acompanhe o vídeo.
16h58
“Não vamos sair das ruas enquanto Bolsonaro não cair”, avisou a coordenadora-geral do Sindibancários/ES, Rita Lima. A dirigente se disse confiante na resistência da população em geral, dos negros, indígenas, LGBTQIA+ e mulheres.
“Vamos derrotar Bolsonaro e Paulo Guedes e este projeto que quer destruir as riquezas deste país. Exigimos um auxílio emergencial digno para tirar da linha da miséria mais de 19 milhões de brasileiros; precisamos ter uma política de emprego para tirar do desemprego mais de 15 milhões de trabalhadores. São quase 550 mil brasileiros mortos pela covid pelas mãos deste assassino, porque é isso que você é, Bolsonaro”, desabafou Rita Lima.
16h20
Carlão, falando pela Intersindical e Resistência e Luta, deixou sua mensagem aos manifestantes. Ele enfatizou que o impedimento de Bolosnaro-Mourão é urgente. O dirigente lembrou que todos os dias morrem milhares de trabalhadores pela covid, pela violência policial e de fome.
“O Brasil é um dos maiores produtores de carne do mundo e a população está na fila para pegar osso para fazer sopa. Precisamos dar um basta ao Governo Bolsonaro e construirmos juntos um novo modo de produzir, de viver, de comer e de pensar. Temos que pensar numa lógica solidária e humana, a partir de uma perspectiva civilizatória, para nos libertarmos desta opressão. Resistência e luta por um modelo econômico e social voltado para a vida”, afirmou Carlão.
16h10
Neste momento, a marcha vai deixando a Avenida Vitória e chegando à Leitão da Silva. O destino final é a Praça do Papa. No destaque (abaixo), manifestante exibe seringa fazendo crítica ao esquema de corrupção no Ministério da Saúde para a compra de vacinas. As denúnicas estão sendo investigadas pela CPI da Covid e pelo Ministério Público Federal.

15h57
Marcha segue pela Avenida Vitória. Moradores do Centro e motoristas que passam pela manifestação saudam o "Fora Bolsonaro-Mourão".
15h45
Manifestantes do movimento negro empunham faixa em homenagem à meméria do ativista Lula Rocha e em protesto ao genocídio do povo negro. Na última quinta, 22, a Unidade Negra Capixaba organizou um protesto contra as as agressões feitas pelo vereador Gilvan da Federal à memória de Lula Rocha. O vereador bolsonarista, ao lado de outros vereadores de direita, votou contra a criação da comenda que homenageia o militante dos direitos humanos.

15h20
Por volta de 15h15, a marcha deixou a Praça de Jucutuquara. Neste momento os manifestantes estão na Avenida Vitória, na altura do Ifes. O destino final da marcha é a Praça do Papa. Na foto abaixo, diretores do Sindicato sustentam a faixa que pede mais saúde democracia.

15h12
A reportagem do Sindicato ouviu um bancário da Caixa, que preferiu não se identificar. Ao som dos tambores ao fundo, na expectativa para o início da marcha, ele explicou por que decidiu ir para as ruas hoje. “Estou aqui porque a democracia está em risco”. Ele também fez críticas à política econômica do Governo Bolsonaro. “A política neoliberal de Bolsonaro reduz o público e privilegia os interesses dos grandes empresários”.

Diretoria do Sindicato no “esquenta”, se preparando para o início da marcha

14h59
Manifestantes fazem os últimos preparativos na Praça de Jucutuquara. A cada minuto vai chegando mais gente. O clima está esquentando. Ainda dá tempo de participar. Vem!

14h49
No vídeo abaixo, Carlos Pereira de Araújo (Carlão) do Comando Nacional dos Bancários chama os manifestantes para o ato.









