Chegamos à edição nº 1.000! Desde 1979, o Correio Bancário está no cotidiano dos trabalhadores bancários, fortalecendo o elo entre o Sindicato e a categoria. Nas milhares de páginas já publicadas estão nossas lutas por direitos, melhores condições de trabalho, valorização salarial, igualdade de oportunidades e por uma sociedade igualitária.
Instrumento de informação e formação política, o Correio Bancário passou a ser publicado regularmente no ano de 1983, quando passou a registrar uma série de greves e mobilizações que voltaram a ocorrer a partir de 1985.

Edição do Correio Bancário de 1989 que traz em destaque a inauguração da sede que o Sindicato ocupa até hoje
Olhar para as edições do Correio Bancário publicadas ao longo desses anos é reviver a história de luta da categoria bancária capixaba e dos trabalhadores brasileiros. Greves, ações sindicais por melhores condições de trabalho, luta pelas seis horas na Caixa, defesa do Banestes público e estadual, manifestações das “Diretas Já!”, pelo impeachment do Collor, contra as reformas trabalhista e da Previdência e em defesa da democracia. Essas e tantas outras lutas e conquistas estão registradas no Correio Bancário.
Além de contar a história dos bancários e bancárias capixabas, o Correio Bancário continua sendo um importante instrumento de mobilização da categoria para as lutas específicas e gerais dos trabalhadores brasileiros, ao lado de outras ferramentas de informação, formação e mobilização adotadas pelo Sindicato ao longo desses anos. Com o advento da internet e com ela a criação do site do Sindicato e da página da entidade nas redes sociais, o Correio Bancário também mergulhou na era tecnológica e hoje é acessível a qualquer hora e lugar por meio do nosso site.
Nesta edição nº 1.000, o Correio Bancário traz o registro da Campanha Salarial 2020. Em meio à pandemia da covid-19, ao avanço do neoliberalismo e das investidas dos bancos e do governo Bolsonaro para retirar direitos dos trabalhadores, os bancários e bancárias enfrentaram duras negociações. Apesar da manutenção das conquistas, a categoria amarga perdas econômicas. Mas seguimos na resistência por direitos e melhores condições de trabalho. Unidos, vamos continuar escrevendo milhares de páginas de luta dos bancários e da classe trabalhadora capixaba. Boa leitura de mais uma edição do nosso jornal!










