Dançando contra a violência: vídeo retrata resistência de mulheres no mundo

09/07/2013 18:40

O vídeo da campanha “1 bilhão que se erguem” espanta pela violência das imagens, mas também motiva homens e mulheres a seguirem na luta contra a violência diária vivida por mulheres em todo o mundo. As imagens foram apresentadas na abertura da 15ª Conferência Interestadual dos Bancários do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, […]

O vídeo da campanha “1 bilhão que se erguem” espanta pela violência das imagens, mas também motiva homens e mulheres a seguirem na luta contra a violência diária vivida por mulheres em todo o mundo. As imagens foram apresentadas na abertura da 15ª Conferência Interestadual dos Bancários do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, em junho deste ano. 

A violência contra as mulheres é uma realidade no Espírito Santo, no Brasil e no mundo. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) uma a cada três mulheres no planeta será estuprada ou espancada ao menos uma vez na vida. O Espírito Santo, por sua vez, amarga o título de ser o estado brasileiro com a maior taxa de homicídios contra mulheres: 9,6 casos para cada 100 mil mulheres, conforme dados do Mapa da Violência 2012.

A campanha “1 bilhão que se erguem” foi promovida pelo movimento Dia V (V-Day), organização que realiza intervenções e arrecada fundos para grupos antiviolência, e teve como lema “Um bilhão de mulheres violentadas é uma atrocidade. Um bilhão de mulheres dançando é uma revolução”.

A campanha incentivou mulheres de todo o mundo a, no dia 14 de fevereiro, às 14h, usarem os espaços públicos para dançarem, como forma de protesto e mobilização contra a violência que sofrem. A atividade aconteceu, inclusive, no Brasil com intervenções nas Cataratas do Iguaçu, em São Paulo, em Belo Horizonte, em Brasília, em Curitiba, em Londrina, em Recife e em Vitória.

Embora a campanha tenha acontecido mundialmente em fevereiro, a violência contra a mulher é tema bastante atual e continua sendo debatido e enfrentado pela categoria dos bancários. O vídeo produzido retrata cenas vividas em muitos lugares do mundo e por mulheres de culturas distintas. Vale a pena ser visto!