Nos próximos dias 09 e 10 de março, os bancários e as bancárias do Banestes vão escolher o seu representante para o Conselho de Administração do banco. A eleição é importante processo para a luta dos direitos dos banestianos e do Banestes público e estadual. Por isso, neste ano, o Sindibancários/ES apoia o candidato Danilo Bicalho para o cargo.
Bancário do Banestes há 13 anos, Danilo Bicalho iniciou sua trajetória como técnico bancário na COFOC (atual COSUC), atuou como gerente de relacionamento, passou pelas agências Praia do Canto e Vila Velha. Mais tarde, na função de gerente-geral, trabalhou nas agências de Terra Vermelha, São Pedro, Santo Antônio, Shopping Vila Velha e IBES, onde está atualmente.
Diante das recorrentes ações do governador Casagrande para a privatização do Banestes, é crucial eleger um candidato comprometido com a luta em defesa da continuidade do Banestes como patrimônio dos capixabas, como destaca o diretor do Sindicato Jonas Freire.
“Estamos enfrentando dois graves ataques do governador ao banco: a ameaça da entrega da Banestes Seguros ao setor privado e o envio de um Projeto de Lei à Assembleia Legislativa que, se aprovado, será uma carta branca para o governador privatizar o Banestes. Essa é uma eleição estratégica. Precisamos ter um conselheiro que nos represente com firmeza e coragem. Por isso, convidamos os banestianos a votarem em Danilo Bicalho, que está ao nosso lado nesta luta”, afirma o diretor do Sindicato Jonas Freire.
O Conselho de Administração do banco também é um importante espaço para a defesa dos direitos dos empregados. Como conselheiro, Danilo Bicalho tem como proposta a implantação de um plano de cargos e salários que valorize os bancários, dentre outras ações.
Confira as propostas de Danilo Bicalho:
- Lutar pela implantação de um plano de cargos e salários que valorize os empregados, atenda às necessidades organizacionais atuais, seja compatível em termos de remuneração com outras instituições financeiras, e permita ao funcionário planejar sua carreira no Banestes;
- Reivindicar a instituição de uma política de estímulo à capacitação profissional dos empregados (auxílio educação);
- Aumentar o teto da contribuição patronal na Fundação de 9% para 12%;
- Ampliar a contribuição patronal à BANESCAIXA e rediscutir a participação do banco tanto no custeio administrativo quanto no assistencial, incluindo no debate a contribuição patronal para os aposentados;
- Construir uma reestruturação da governança da BANESCAIXA, garantindo maior participação dos funcionários e das funcionárias do banco nos espaços de decisão;
- Elaborar, em conjunto com os gerentes, proposta para aprimorar a atual política de classificação das agências;
- Provocar a discussão de uma agenda ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa) para o Banestes.

