Posse da nova diretoria do Sindicato: inscrição aberta para sindicalizados e sindicalizadas

19/05/2025 08:45

Eleitos entre os dias 24 e 27 de março, os 64 dirigentes da Chapa 1 “Sindicato é pra Lutar – O Futuro se Faz Juntos e Agora”, irá representar a base das bancárias e dos bancários capixabas no quadriênio 2025 - 2029

A nova diretoria do Sindicato dos Bancários/ES toma posse em 31 de maio, a partir das 11 horas, no Centro Sindical (Rua Ithobal Rodrigues dos Campos 125 – Ilha de Santa Maria – Vitória/ES) . O evento é aberto a bancárias e bancários sindicalizados (sem direito a convidados) mediante inscrição que pode ser feita até o dia 24 de maio ou até se esgotarem as vagas. A cerimônia de posse será seguida de um almoço de confraternização.

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Eleitos entre os dias 24 e 27 de março, os 64 dirigentes da Chapa 1 “Sindicato é pra Lutar – O Futuro se Faz Juntos e Agora”, irá representar a base das bancárias e dos bancários capixabas no quadriênio 2025 – 2029. Única no certame, a Chapa 1 recebeu ao todo 2.153 votos. Entre os eleitores ativos e aposentados, a chapa eleita conquistou 97,2% dos votos válidos.

Na coordenação-geral do Sindicato desde maio de 2021, Rita Lima, primeira mulher eleita como cabeça de chapa em uma eleição da entidade, será sucedida por Carlos Pereira de Araújo (Carlão). A dirigente também foi eleita na Chapa 1 e segue na Diretoria Executiva, agora à frente da Secretaria de Comunicação. Rita agradeceu às bancárias e aos bancários que deram um voto de confiança à chapa. Ela também agradeceu o apoio dos sindicatos parceiros, da Fetraf RJ/ES e da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora.

Parte da história

A trajetória de Carlão no Sindicato, assim como a de Rita, se confunde com a história do movimento sindical capixaba. O novo coordenador fará a sua quinta gestão à frente do Sindicato. Apesar do acúmulo, Carlão diz que a próxima gestão é sempre a mais desafiadora. “A conjuntura é dinâmica e os desafios da categoria também mudam. Há, porém, uma certeza: teremos muita luta pela frente”.

Fazendo uma análise da gestão da qual faz parte, ele reconhece que os últimos quatro anos foram um dos mais difíceis para o movimento sindical brasileiro. “A reforma trabalhista aprovada no governo Temer ganhou contornos ainda mais dramáticos sob Bolsonaro. A classe trabalhadora foi atacada por todos os lados. Não bastasse esse fogo cruzado aos direitos dos trabalhadores, enfrentamos uma pandemia que matou mais de 700 mil pessoas no Brasil. Foram anos muito difíceis”, resumiu.

O coordenador-geral eleito listou a defesa do emprego bancário e o combate às contratações precarizadas como problemas centrais da categoria. Carlão também incluiu nesta lista a defesa dos bancos públicos e o adoecimento crescente da categoria.