Nesta quarta-feira, 2 de fevereiro, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) e a Caixa Econômica Federal se reúnem às 15 horas para tratar dos protocolos de segurança sanitária e prevenção contra a covid-19, além das condições gerais de trabalho no banco. A reunião acontece após pressão do movimento sindical.
“Espero que a Caixa realmente ouça as reivindicações dos empregados e comece a se preocupar com a nossa saúde. É lamentável que essa empresa não forneça nem os EPI [equipamentos de proteção individual] básicos. E há outras reivindicações que impactam diretamente a saúde mental dos empregados, como metas, GDP e transferências”, afirma a diretora do Sindicato Lizandre Borges.
Na semana passada, houve reunião da CEE em função do crescimento dos casos de contaminação e internação por covid-19 no país. Segundo os relatos, um dos principais problemas vividos hoje nos locais de trabalho está relacionado ao não cumprimento dos protocolos de segurança sanitária e prevenção contra a covid-19, como o não fechamento das agências para a sanitização quando é confirmado caso positivo da doença na unidade.
Para a CEE, o banco deve ser responsabilizado por essas ações de gestores por manter um programa de Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) que cobra o cumprimento de metas em plena pandemia. Outro ponto abordado na reunião foi a dificuldade encontrada pelos empregados para obter atendimento nos serviços de saúde devido à sobrecarga no sistema público e também no Saúde Caixa, principalmente em relação à telemedicina.
Em relação ao passaporte vacinal, a CEE orienta que os representantes dos trabalhadores procurem as prefeituras e câmaras municipais de suas bases para sugerir a aprovação de leis que tornem obrigatória a apresentação do comprovante de vacina nas agências bancárias.








